[SIN] KILLER: Janeiro 2011

sexta-feira, janeiro 28, 2011

German Pascual (Review Show) Rio Claro - São Paulo

GERMAN PASCUAL - BRAZILIAN TOUR 2011
21.JAN - Rio Claro (SP)
Local: DVinci Music Bar
Abertura: Avantasia Cover e Heptah


A pedido do webzine SIN KILLER, eu, [Raphael, drummer) do Heptah ,estou escrevendo esse review.
Quem compareceu ao show do Germán Pascual (exNARNIA) em Rio Claro/SP na noite de sexta-feira (21 de Janeiro), pode testemunhar uma verdadeira celebração de metal. O frontman se apresentou com muita energia, disposição e, acima de tudo, muito carisma. Em sua primeira Tour no Brasil o vocalista, acompanhado de sua banda formada por Douglas Jen (guitarrista, SupreMa), José Cardillo (tecladista, Eterna, Abstract Shadows e Soulspell), Bruno Valverde (baterista) e Raphael Dafras (baixista, Forged Wings).
O lugar escolhido para o show foi o D’vinci Bar,que possui uma estrutura legal, pista ampla e um palco pequeno, porém bem estruturado. O sistema de som é bem distribuído e com boa potência, apesar de falhar algumas vezes.
A abertura ficou por conta da minha banda, Heptah, fomos convidados pela a produção do evento, o que nos deixou muito contentes. Tocamos 8 músicas, e esperamos gravar nosso full o mais breve possível.
Em seguida, foi a vez do Avantasia cover, mas eu não acompanhei sua apresentação.
Se aproximando da grande hora, do show principal, pra ser mais claro e honesto, mais ou menos as 1:00 hrs, German Pascual sobe ao palco, passando pelo o meio do público, e começa o set com Into This Game, que já colocou a plateia sob efeito de sua performance.
Após executar alguns temas do último disco do Narnia como; Course of a Generation,
“Sail Around The World”, “Scared” e “Rain” com uma ótima participação dos presentes, German apresenta seu projeto e canta Seek The Truth. Eu ouvi muita vezes essa música no myspace deles, e ao vivo, essa música ficou tão poderosa quanto as outras. Só nos resta esperar pelo o material completo.
Os gritos dos fãs pediam “Living Water” com intensidade mas com um pequeno "detalhe a mais".
Germán interagiu com o público todos os momentos, agradecendo a cada um que estava ali presente e falando de como é bom estar no Brasil novamente (Germán cresceu no Rio de Janeiro, mas se mudou para a Suécia em sua adolescência.), mostrou que é uma pessoa muito humilde, que valoriza seus fãs e nos atendeu com muita atenção.
O detalhe especial foi uma certa dança realizada no útimo show do Narnia na Europa onde no meio do solo de guitarra de C.Grimmark (que na minha opinião é um dos melhores guitarristas da atualidade) na música “Living Water”, Germán e Christian Liljgrenl fazem uma dança estilo polonesa. O vídeo da dança veio ao conhecimento dos fãs brasileiros que pediram em alto e bom som que a mesma fosse realizada, E para a surpresa de Germán e todos nós, “Living Water Dance” muitos dançaram nessa hora. Foi um momento divertido!
O fim do show é anunciado, mas o público queria mais. Todos os fãs ali ‘gritavam’ por “LONG LIVE THE KING”, um dos maiores hits do Narnia, que não poderia ficar de fora desse setlist maravilhoso.
A última música teve um coro incial comandado pelo German: I Wanna Live, Wanna Fight,Yeah, Long Live The King,I Wanna Live, Wanna Fight, Cause In The End We Will Win” simplesmente fechou a noite, comprovando que os fãs brasileiros realmente reconhecem o Narnia e o trabalho fantástico de Germán Pascual.
A festa continuou com ele conversando com os fãs, dando autógrafos, fotos, coroando uma grande noite, de metal pra Jesus.
Que Deus abençõe sua música, pois a presença Dele, é bem evidente na vida de Germán Pascual.
Não posso esquecer de agradecer a Deus por tudo isso, que sua missão seja o nosso caminho, e se a nossa música puder fazer parte disso, amém.
Metal Blessings!
By Raphael Jorge. (txt &pics)
Quem quizer ver mais fotos, e também conhecer minha banda, é só entrar no meu facebook.
facebook.com/raphael.jorge

quinta-feira, janeiro 27, 2011

o selo americano Facedown Records divulga line up da edição de 2011


O  festival acontecerá em 2 dias, tendo como headliners; War Of Ages no primeiro dia (Sábado), segundo dia (sexta) o For Today. A banda Call To Preserve estará fazendo um de seus últimos shows. Depois de 8 anos, 3 full-lengths e muitas tours, tomaram a decisão de não continuar mais com a banda. A entrada e saida de membros e a vida pessoal deles contribuiu  muito nessa situação. A dedicação com o CTP não poderia ser apenas metade de seus corações.
http://www.myspace.com/calltopreserve/
"Nunca pensamos que essa banda iria chegar tão longe como o fez.  Não imaginávamos que teríamos a chance de viajar muito em turnê com algumas das nossas bandas favoritas e fazer amigos tão incríveis de todo o mundo. Nós somos eternamente gratos pela oportunidade que nos foi dado para tocar música e realmente ter pessoas que nos escutam. Queremos agradecer Jason Dunn e a Facedown Records por nos apoiar, nos últimos cinco anos, sendo algumas das pessoas mais fácil de trabalhar  e por serem grandes amigos. Queremos agradecer a todas as bandas que nós conhecemos e tocamos juntos em tours, e se tornaram um de nosso melhores amigos, sentiremos faltas dos shows e dos nossos passa-tempo amigável. Finalmente, queremos agradecer a todos que nos ajudaram, vindo para um show, comprando uma camisa, deixando-nos dormir em seu chão ou nos alimentando. Estamos mais agradecido do que você jamais saberá.”
Na relação de ultimos shows, eles se apresentarão no Cornerstone desse ano, e estão escrevendo algumas músicas, que vão fazer parte do proximo e ultimo trabalho, 7.
“Queriamos lançar em vinil há algum tempo, e sentimos que ainda temos algo a dizer antes do ir, e esse parece ser um momento e lugar para colocar um 7. E por isso queremos aproveitar esses últimos shows”
Os veteranos Overcome tocarão no festival, a primeira apresentação desde sua única reunião em 2003.
Para mais informações, acesse o site da gravadora Facedown Records.

Line-ups 

Friday, April 8
War Of Ages
A Plea For Purging
Hands
Onward To Olympas
My Epic
Your Memorial
Hope For The Dying
Saving Grace
Messengers
Saturday, April 9
For Today
In The Midst Of Lions
Call To Preserve (Final West Coast show)
Overcome
A Hope For Home
Take It Back!
As Hell Retreats
Gideon
The Burial

terça-feira, janeiro 25, 2011

Steve Rowe (Mortification), fala sobre o fã clube Infiltration Squad, e outros lançamentos

A Infiltration Squad se aproxima!

Oi e bem vindos a outro ano novo no metal cristão do The Priest Of The Underground. Obrigado a todos vocês Mortification e Wonrowe Vision ai, que nos ajudaram a sobreviver mais um ano nessa metal mission, especialmente para aqueles que me ajudaram a levantar os US $ 2.000 para ter minha cirurgia do olho, este mês em, 20 de janeiro. Um dia depois de eu completar 46! Estou orando para que esta cirurgia delicada seja um sucesso e me traga de volta, pelo menos, 20/20 da visão frontal do  meu olho esquerdo. Não vai melhorar a minha visão periférica ou lateral, mas há uma chance de que com o treinamento de um terapeuta ocupacional, pode ser que eu consiga voltar a dirigir um carro nos próximos anos. Então, o ponto básico é que depende bastante  em primeiro lugar, recuperar a visão do olho de volta.


Espero que todos tenham tido um Feliz Natal e  um 2011 bem-sucedido e cheio de realizações. Sendo época de Verão e de férias por aqui,  adiamos  o lançamento do novo site da Rowe Productions e  o fã clube Infiltration Squad talvez volte a operar em primeiro de março.
No entanto, toda a arte está pronta para o novo layout do site, as camisetas, Mortification Majestic Infiltration,  reeditada e da Rowe Productions,  ambas  com a Infiltration Squad Member Coat Of Arms nas costas.
A foto numerada e autografada em papel couchê para os membros tem um visual de classe, bem como o layout do CD The Best of Rowe Productions. Eu vou prensar 500 cópias  dos melhores CDs da Rowe Productions e cada um será numerado individualmente para  lançamento exclusivo de apenas 500. Todos esses itens são exclusivamente para membros da Infiltration Squad  e não serão vendidos separadamente.
Parece que os preços, especialmente nas postagens, estão menores do que o esperado e, portanto, o custo cairá consideravelmente. A adesão básica ainda será 77 dólares com a postagem sendo US $ 10, fazendo do associado do Infiltration Squad um total de $ 87 USD, OU AUD, via diretamente comigo através do PayPal ou pagamento em dinheiro. Quando o Erasing The Goblin, numerados 500 CDs,  saíram, nós esgotamos em apenas um mês. Então você vai precisar ser rápido, não só para tentar entrar no Top 25 mas para se certificar que você junte-se a Squad, antes que o limite de cópias desse ano acabe.
Inicialmente pensei em 200 membros, mas acho que o considerando como exclusivo, e isso será, vocês vão querer entrar nesta rapidamente. Você tem um mês ou dois para obter os US $ juntos para fazer parte disto! A Infiltration Squad é mais do que apenas um fã-clube, mas sim um Pertencer a esta missão como uma parceira conjunta e igualitária. Lembre-se que em 2012 todos os membros serão incluídos no Infiltration Squad com a renovação de sua associação, assim, estaremos unidos pelos patches em nossas jaquetas que são uma declaração de fazermos parte, unidos, na missão.
Esta art é resistente o suficiente para todos vocês galera do metal mission e também elegante o suficiente para todas as mulheres metal mission por aí! Por favor,mantenha o olho em www.roweproductions.com em fevereiro, ainda pode haver uma chance para eu ter tudo instalado e funcionando, caso contrário, será em 1º de março, e de qualquer maneira, será uma corrida para ver quem se cadastrará primeiro


É um momento emocionante para juntar-se intimamente com todos vocês como se nós estivéssemos juntos em unidade com o sentido de pertencer a missão Eterna causa comum e visão) 
Bençãos até o próximo mês.
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Trad. Norman Lima
Col. Heder Osny

> Fonte desse texto em inglês : Mortification

sábado, janeiro 22, 2011

Jayson Sherlock sem tempo para tocar no próximo álbum do Deuteronomium


O Deuteronomium terá seus cds distribuídos em território Sul-Africano, Botswana, Lesotho, Swaziland, Namibia, Zimbabwe, Malawi, Zambia, Mauritius, Ghana, Tanzania e Nigeria via Bullroser Records, que assinou com a Brettian Productions, o licenciamento dos álbuns.

A respeito do novo material:

“Às vezes (muito frequentemente, na verdade) as coisas na vida parecem não sair como planejado. Essa é exatamente a situação com Deuteronomium no quarto e próximo álbum de estúdio. Os planos mudaram por mais um tempo. Jayson Sherlock, que estava prestes a tocar bateria nesse novo álbum, não conseguiu encontrar tempo suficiente em sua agenda e por isso tivemos de adiar as gravações mais uma vez.
Mas a boa notícia é que o nosso JJ ainda está na fila, e nós vamos fazer o novo full com ele. Agora estamos fazendo os arranjos finais para as canções e ensaiando. As gravações começarão em março.
Vamos mantê-lo atualizado sobre o andamento do processo de tomada do disco.” Manu.
http://www.deuteronomium.net/

Ain't no Grave Records - Uma nova força no cenário

A Century Media, um dos principais selos da música pesada mundial deu um novo e ousado passo com a criação de seu novo selo "Ain't no Grave Records", voltado para bandas com uma preocupação com o conteúdo espiritual do seu trabalho, não apenas a música. E o novo selo já começa suas atividades assinando com duas bandas dos EUA, o Sleeping Giant e o The Great Commission.

Além do trabalho com bandas, como seria de se esperar, a ANGR também trabalhará ativamente na divulgação de causas beneficentes dignas do seu apoio. Não será esperado que todas as bandas pratiquem evangelismo, mas sim que nenhuma coloque em risco a essência por trás daquilo que faz.

FONTE: Untombed Webzine

Kekal - Novos e velhos

Quem se lembra daquela época efervescente do metal cristão no início do século deve se lembrar da sensação que o Kekal, da Indonésia, foi na época. Em tempos mais recentes a banda tem andado um pouco fora do foco principal da atenção da cena, mas continua produtiva, e muito! No momento, em meio a mudanças de formação frequentes, a banda trabalha em seu 8º disco de estúdio, denominado simplesmente "8". Fora isso, a banda disponibilizou em seu website (www.kekal.org) três de seus mais recentes álbuns: 1000 Thoughts of Violence(2003), Acidity(2005) e Audible Minority(2008). Um prato cheio para os fãs do metal experimental característico e sem limites desta banda.

sexta-feira, janeiro 21, 2011

Keith Green: Exemplo de Músico Cristão.


Você já ouviu falar de Keith Green? Ele teve carreira curta, de apenas 5 anos e oito discos gravados, sendo três destes lançados após sua morte. Mas, como disse Tony Campolo, raramente um músico tem sido um profeta tão grande como ele foi. Nunca um cantor desafiou tantas pessoas a se tornarem missionários e viverem uma vida santa diante de Deus e do mundo. Esta é uma pequena biografia deste profeta e músico para desafiar aqueles que desejam fazer música para Deus nesta geração.
Vindo de uma família de artistas, Keith começou a tocar piano com 5 anos de idade e a compor aos 8 anos. Com 11 anos ele teve seu primeiro disco “Cheese And Crackers” lançado em janeiro de 1965 pela Decca Records. Com este disco, Keith tornou-se o mais jovem membro da Sociedade Americana de Autores, Compositores e Publicadores (ASCAP). Infelizmente, com o passar dos anos, a fama prematura do garoto Keith Green se dissolveu, apesar dele continuar compondo e aparecendo em algumas apresentações de TV.
A família de Keith seguia um alto padrão moral e ele era um bom garoto. Sendo assim, ninguém sabe o que o levou a fugir de casa em duas ocasiões diferentes – aos 16 e aos 17 anos. É provável que o espírito rebelde que pairava no Sul da Califórnia naquela época o tenha influenciado. Em sua segunda fuga ele mergulhou no LSD e numa busca profunda por um sentido na vida. Após ter tentado em várias seitas orientais e comunidades hippies, Keith chegou à conclusão de que Jesus deveria ser a verdade. A partir de então ele começou a usar uma cruz de prata que havia comprado por 10 dólares em uma loja de antigüidades.
Em meados de 1973 Keith Green encontrou Melody. Ela também era artista, estava envolvida com drogas e já havia buscado a verdade no budismo e em outros grupos. Eles se casaram no dia 25 de dezembro de 1974 – em homenagem a Jesus – e começaram a compartilhar o sonho de Keith: ser descoberto por um caçador de talentos e tornar-se um artista famoso. Embora estivessem lendo a Bíblia e certos de que Jesus era a verdade, eles ainda não aceitavam o fato de Jesus ser Deus. Além disso continuavam a usar drogas ocasionalmente. Mas através de contatos com artistas cristãos como Randy Stonehill e Larry Norman, Keith e Melody começaram a conhecer alguns cristãos verdadeiros que passaram a ajudá-los na busca por Deus. Foi durante este tempo que ele escreveu canções como “Jericho” e “The Prodigal Son Suite” que se tornariam clássicos da Música Cristã Contemporânea.
Em 1975, após ouvir um sermão na igreja Vineyard Christian Fellowship, Keith e Melody decidiram entregar suas vidas totalmente a Jesus, aceitando-O como Senhor e Salvador, reconhecendo-O como único e verdadeiro Deus. Esta decisão mudou os rumos da vida do jovem casal. Eles passaram a viver em função de anunciar a verdade do Evangelho para seus amigos e a qualquer outra pessoa que encontrassem. Perceberam também que precisavam fazer algo prático para aquelas pessoas que se convertiam, mas que precisavam de um “abrigo cristão” antes de poderem enfrentar o “mundo lá fora”. Logo a casa deles havia se transformado em um abrigo, cheia de novos convertidos, ex-hippies e ex-drogados, mães solteiras e qualquer pessoa que precisasse de um refúgio temporário.
Após sua conversão Keith decidiu não fazer nenhuma performance pública até ter certeza de que essa era a vontade de Deus para sua vida. Ele continuou compondo e tocando, mas para si somente. Sua fonte de renda nesta época vinha de um contrato de compositor que ele tinha com a CBS. Foi somente em meados de 1977 que o primeiro disco de Keith Green, “For Him Who Have Ears to Hear” (Para quem tem ouvidos para ouvir) chegou às livrarias cristãs. Este disco tornou-se o maior álbum de estréia na história da música cristã, com mais de 300 mil cópias vendidas. O resultado foi que, de um artista totalmente desconhecido, Keith Green logo tornou-se um dos mais populares e procurados cantores do cenário da música cristã.
Junto com seu primeiro disco, Keith e Melody decidiram fundar o Last Days Ministries, como um meio de manter contato com seus fãs e difundir suas idéias e conceitos cristãos. Graças a este ministério, a mensagem de Keith Green continuou sendo distribuída através de folhetos e livros mesmo depois de sua morte.
Nos anos seguintes, Keith Green gravou “No Compromise” (1978) e “So You Wanna Go Back to Egypt” (1980). Em 1981 uma coletânea com alguns de seus maiores sucessos e outras canções inéditas foi lançada. Keith Green era então o maior nome da Música Cristã Contemporânea americana. Mas apesar de amar a música e compor com uma tamanha flexibilidade e facilidade, Keith estava tremendamente preocupado com o conteúdo espiritual de suas canções. E estava igualmente preocupado com a condição espiritual de seus ouvintes. Por este motivo, seus concertos começaram a tomar um rumo cada vez mais de ministração através da música e da pregação da Palavra do que um mero entretenimento. De fato, Keith Green odiava a idéia de “entretenimento cristão”.
O escritor Leornardo Ravenhill diz o seguinte acerca de Keith:
“Keith tinha fome por conhecer aqueles heróis que moveram suas gerações para Deus e ele seguia seus passos. Ele tinha um zelo santo e uma pureza que eu tenho visto em poucas pessoas. Eu não acho que Keih estava preocupado com o evangelho de Cristo o tanto quanto ele estava preocupado com a pessoa de Cristo. Eu acho que era esta sua maior paixão. (…) E ele derramava esta paixão do interior de sua alma através das letras vibrantes de suas canções.”
“Songs For the Shepherd”, o quarto disco da carreira de Keith Green foi lançado em abril de 1982. Após o lançamento do disco, Keith e Melody decidiram fazer uma viagem de férias pela Europa visitando várias bases missionárias da JOCUM. Na ocasião eles visitaram o navio Anastasis na Grécia, que havia sido adquirido pela missão e estava sendo reformado para o ministério. Keith ficou empolgado com o que viu. Ao retornar para os Estados Unidos ele começou a pensar seriamente em dedicar sua música e ministério para o despertamento de jovens para missões. Seu sonho era ver 100 mil jovens indo para o campo missionário. Algumas de suas novas canções como “Open Your Eyes” (Abra seus olhos) e “Jesus Commands Us to Go” (Jesus nos manda ir) começavam a refletir este desejo.
No dia 28 de julho, Keith estava em seu rancho e sede do LDM no Texas quando decidiu levar uma família de missionários que estavam visitando-o, para uma vista aérea do local. Doze pessoas decolaram no pequeno avião Cessna 414 naquela tarde quente de verão para aterrizarem na eternidade. Além do piloto, da família de missionários e de Keith, seus dois filhos mais velhos, Josiah de três anos e Bethany de dois, também morreram. A notícia do desastre foi um choque para a comunidade cristã. Dez dias após o trágico acidente que tirou a vida de Keith Green, o navio Anastasis ancorou em um porto na Califórnia em sua primeira viagem. Keith estava tão entusiasmado com a visão que havia enviado 28 mil dólares para cobrir as despesas da viagem de seis dias e a taxa da travessia pelo Canal do Panamá. Ele havia planejado estar lá para saudar a chegada do navio. Não pode ir. Mas quando o Anastasis atracou nas docas, o sistema de som local tocava “Santo, Santo, Santo…”. Sua voz podia ser ouvida adorando aquele a quem ele tanto amava e na presença de quem agora estava.
Após a morte de Keith, Melody Green organizou um Concerto Memorial que foi levado a diversas cidades americanas. Como resultado deste, milhares de jovens se envolveram com programas missionários através de organizações como Jovens Com Uma Missão (JOCUM) e Operação Mobilização (OM). Em 1989, Melody lançou “No Compromise”, um livro vibrante com a história da vida de Keith Green. Três anos depois, por ocasião dos dez anos de sua morte, um grupo de artistas cristãos famosos como Petra, Margaret Becker, Russ Taff e outros, reuniu-se em uma coletânea com algumas de suas músicas mais conhecidas. Desta forma a música de Keith Green continuou a ser ouvida pela geração mais jovem da Música Cristã Contemporânea.
Que o exemplo de compromisso com Deus e com a santidade deixado por Keith Green possa ser um desafio a todos nós chamados para brilhar como astros no meio de uma geração corrompida e perversa.

Texto de Sandro Baggio

quinta-feira, janeiro 20, 2011

As They Sleep, In The Death Metal Realm.


Escolhida como a banda do ano, em um concurso apresentado pela a Metal Blade & Metal Hammer. Depois pularam do pequeno selo para o gigante Solid State, gravaram seu segundo álbum, Dynasty mixado pelo Jason Suecoff ((All That Remains, Demon Hunter),e enquanto ‘vocês’ estão dormindo, eles estão trabalhando duro para conseguir seus objetivos.
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Confiram parte da entrevista com o vocalista Aaron Bridgewater, feita pelo o site, http://www.jesusfreakhideout.com
Jesus freak Hideout (Wayne Reimer): Em primeiro lugar, eu gostaria de lhe agradecer por ter tempo. Então, para começar, como foi  a mudança de seu debut Blacken the Sun para o muito bem sucedido Dynasty, mudou a sua vida diária?
Não, obrigado! A mudança  mudou radicalmente a vida da nossa banda. Basicamente, nós saimos de um lançamento de um pequeno selo indie, para um grande lançamento de um grande selo. Ele é apenas muito ocupado, mas impressionante para nós agora! Ah, e a mudança  em si é a parte mais interessante sobre isso, eles nos tratam muito bem na Solid State.
 
JFH (Wayne): Quando eu escutei Dynasty, pela primeira vez, o topo da música que realmente deixou uma impressão foi a sua matriz colorida de riffs de guitarra. Eles realmente criaram uma divisão de todas as batidas incessantes dos blast beats e breakdowns  das bandas genéricas de death metal. Que outros elementos você intencionalmente, se apoiou dessa forma para soar diferente?
Hmmmm, boa pergunta ... Bem, tanto quanto eu amo vocais guturais no death metal, eu também gostaria de incorporar uma série de médias, mais altas para manter tudo fresco. Eu diria que definitivamente nos ajudou a romper com os estereótipos típicos do death metal.
JFH (Wayne): Você tem uma canção favorita no álbum?
Aaron: Eu prefiro “Oracle of the Dead," "Bedlam at the Nile," and "The Third Reich" ... O que posso dizer? Eu adoro brutal. 
JFH (Wayne): Sua música é relativamente técnica Quais foram as partes mais difíceis de tocar?
Haha, bem, eu tenho certeza que a bateria leva o bolo, ao lado as guitarras também. Eu vou deixar você mesmo perguntar ao baterista um dia.Hahaha
Todos  vocês juntos tocam  com um nível tão elevado de profissionalismo visto apenas no segundo álbum .Algum de vocês já estiveram  em bandas anterior ao  As They Sleep?
Aaron: Bem, sim, mas era apenas coisas de escolas.Vamos apenas dizer que temos estado como AS THEY SLEEP por um  looooooongo tempo. (Cerca de 8 anos)
JFH (Wayne): Conte-me sobre o processo de gravação de Dynasty.Como ele difere de Blacken the Sun considerando a mudança para o selo Solid Stade.
Na verdade, não mudou muito, só o  período de tempo que tínhamos para fazermos isso.
JFH (Wayne): Como aconteceu o pulo para o já mencionado acima, selo Solid State?
Aaron: A moda antiga! Nós na verdade, fizemos  um show em um local chamado "The District", em Lake Orion MI com Gwen Stacey. Circulando por lá, estava um representante da  Solid State e ele por acaso, assistiu nosso set,  trocamos informações e o resto é história!


Para ler a entrevista completa em inglês, Jesus freak Hideout.
Fonte da foto: Bands Of Fire
Eles fizeram um cover, versão death metal para a música I walk the line. Johnny Cash.


Tradução: Norman Sin Killer

segunda-feira, janeiro 17, 2011

Entrevista com um serial-killer, executado após a gravação.

Pornografia e o leve desvio de Ted Bundy [ENTREVISTA CHOCANTE]

Se você é uma pessoa que neste ponto de alguma forma considera você mesmo uma exceção para cada regra, alguém que é capaz de dominar seu pecado sexual, essa próxima sessão deve atrair sua atenção. Criado em Seattle e formado na Universidade de Washington, Ted Bundy se tornou um dos mais notórios e medonhos seriais-killers da nação (EUA), por espancar, estuprar, e depois matar pelo menos 30 meninas e mulheres entre a idade de 12 e 26 anos. Pouco tempo antes de ele ser executado, Bundy foi entrevistado pelo líder cristão James Dobson. Chocantemente, Bundy admitiu que ele não possuía nenhum dos antecedentes normais para tal comportamento pecaminoso, como ele foi criado em um lar Cristão amoroso com 5 irmãos e não experimentou nenhum abuso sexual enquanto crescia. Antes, ele confessou com detalhes claros como sendo um garoto jovem, como a maioria dos garotos fazem, via pornografia comum, o que cresceu e se tornou cada vez mais pesado em formas desviantes de pornografia que acabou levando ele a atuar para fora as suas maldosas fantasias. A citação abaixo é uma edição da conversa que aconteceu apenas dezessete horas antes de Ted ser levado à cadeira elétrica. Acredito que será um lembrete soberano aos meus irmãos cristãos que o pecado da luxúria é uma parasita insaciável que não deve ser alimentada, sob pena de ela crescer e levar à morte.


James C. Dobson: São por volta de 2:30 da tarde. Está programado para que você seja executado amanhã cedo às 7:00, se você não receber outra sentença. O que está passando pela sua cabeça? Quais pensamentos você tem tido nesses últimos dias?

Ted: Eu não vou enganar você dizendo que é algo que eu sinto estar no controle ou com que eu possa ter chegado a um acordo. É uma coisa de momento pra momento. Às vezes me sinto muito tranqüilo e outras vezes já não me sinto totalmente tranqüilo. O que está acontecendo na minha cabeça agora é usar os minutos e horas que me restam o quanto proveitoso for possível. Isso ajuda a viver no momento, na essência do que a gente usar como proveitoso. Exatamente agora, eu estou me sentindo calmo, em grande parte, porque estou aqui com você.

JCD: Para registro, você é culpado de matar muitas mulheres e meninas.
Ted: Sim, isso é verdade.
JCD: Como isso aconteceu? Leve-me de volta. Quais são os antecedentes do comportamento que nós vimos? Você foi criado em no que a gente considera um lar saudável. Você não foi abusado fisicamente, sexualmente ou emocionalmente.
Ted: Não. E essa é a parte da tragédia na situação toda. Eu cresci em uma casa maravilhosa com dois pais dedicados e amorosos, como um de 5 irmãos e irmãs. Nós, como crianças, éramos o foco da vida de nossos pais. Nós regularmente íamos à igreja. Meus pais não bebiam ou fumavam ou jogavam com aposta. Não havia abuso físico ou brigas (lutas) dentro de casa. Não estou dizendo isso para “dar uma de coitadinho”¹, mas era uma casa cristã excelente e sólida. Espero que ninguém vá tentar tomar o caminho fácil sobre isso e acusar minha família de contribuir com isso. Eu sei, e estou tentando te contar da forma mais honesta que eu saiba, o que realmente aconteceu. Quando era um garoto de 12 ou 13 anos, eu encontrei, fora de casa, no armazém local e nas farmácias, o softporn (pornografia leve). Garotos pequenos exploravam corredores laterais e ruas vazias dos seus bairros, e no nosso bairro, as pessoas iam despejar o lixo. De vez em quando, nós deparávamos com livros de uma natureza mais pesada – mais gráfica. Isto também incluía revista policiais etc. E eu quero enfatizar isso: o tipo mais nocivo de pornografia – e estou falando com dificuldade real, da experiência pessoal – é aquela que envolve violência e violência sexual. O casamento destas duas forças – eu sei muito bem – gera o comportamento que é terrível demais para descrever.
JCD: Me leve até aquilo. O que estava acontecendo na sua mente naquele momento?
Ted: Antes de irmos adiante o mínimo que seja, é importante para mim que as pessoas acreditem no que estou falando. Não estou culpando a pornografia. Não estou dizendo que ela me levou a sair por aí e fazer certas coisas. Assumo total responsabilidade por todas as coisas que eu fiz. Essa não é a questão aqui. A questão é como estes tipos de literatura contribuíram e ajudaram moldando e modelando os tipos de comportamento violentos.
JCD: Isso alimentou suas fantasias?
Ted: No início, isso alimentou esse tipo de processo mental. Depois, em um determinando momento, vira um instrumento de cristalização, fazendo com que aquilo se tornasse quase que uma entidade separada dentro de mim.
JCD: Você chegou tão longe quanto você poderia ter chegado em sua própria vida de fantasia, com material imprenso, fotos, vídeos, etc, e em seguida, houve a urgência de ter que dar aquele passo para um evento físico.
Ted: Uma vez que você se tornou viciado nisso, e eu olhei para isto com uma espécie de vício, você busca o mais potente, mais explícito, mais tipos de materiais gráficos. Como um vício, você anseia por algo que é mais pesado e lhe dá uma maior sensação de excitação, até que você chega ao ponto aonde a pornografia já foi tão longe – até aquele ponto em que você acha que fazendo vai te proporcionar algo maior do que só lendo ou olhando.
JCD: Quanto tempo você ficou nesse ponto antes de você realmente ter agredido alguém?
Ted: Um par de anos. Eu estava lidando com inibições muito fortes contra o comportamento criminoso e violento. Que tinha sido condicionado e criado dentro de mim do meu bairro, o ambiente, igreja e escolas. Eu sabia que era errado o pensar sobre aquilo, e certamente, o fazer aquilo era errado. Eu estava no limite, e os últimos vestígios de contenção estavam sendo testados constantemente, e atacou através do tipo de vida de fantasia que foi alimentado, fortemente, pela pornografia.
JCD: Você se lembra o que te levou até o limite? Você se lembra da decisão de “ir nessa”? Você lembra quando você decidiu jogar a cautela pro ar?
Ted: É uma coisa muito difícil de descrever – a sensação de chegar naquele ponto aonde que eu sabia que eu não poderia controlar mais. As barreiras que eu tinha aprendido quando criança não eram mais suficientes para me segurarem de procurar alguém e machucar.
JCD: Seria correto chamar isto de um frenesi sexual?
Ted: Esta é uma maneira de descrevê-lo – uma compulsão, um desenvolvimento dessa energia destrutiva. Outro fato que não havia mencionado é o uso do álcool. Em conjunto com minha exposição à pornografia, o álcool reduziu minhas inibições e a pornografia corroeu ainda mais.
JCD: Depois que você cometeu seu primeiro assassinato, qual foi o efeito emocional? O que aconteceu no dia depois disso?
Ted: Mesmo todo estes dias depois é difícil falar sobre isso. Revive-lo falando sobre isso é difícil dizer o mínimo, mas eu quero que você entenda o que aconteceu. Foi como sair de um transe horrível ou algum sonho. Eu só posso compará-lo (e não quero dramatizar demais) com ficar possuído por alguma coisa tão horrível e estranha, e na manhã seguinte acordar e lembrar o que aconteceu e perceber que, aos olhos da lei, e certamente aos olhos de Deus, você é responsável. Para acordar de manhã e perceber que eu tinha feito com minha mente clara, com todas as informações morais e éticas necessárias intactas, absolutamente me horroriza.
JCD: Você não sabia que era capaz disso antes?
Ted: Não existe forma de descrever a vontade brutal de fazer aquilo e uma vez que tenha sido satisfeita, ou gasta, e aquele nível de energia se retraiam, eu voltava a ser eu mesmo. Basicamente, eu era uma pessoa normal. Eu não era um cara de sair em bares, ou um vagabundo. Eu não era um pervertido no sentido que as pessoas olhassem entre si e dissessem: “Eu sei que tem alguma coisa errada com ele”. Eu era uma pessoa normal. Eu tinha bons amigos. Eu levava uma vida normal, exceto por este pequeno, mas muito potente e destrutivo segmento da minha vida que eu guardava em bastante segredo e bem perto de mim. Aqueles de nós que tem sido tão influenciados por violência na mídia, particularmente a violência pornográfica, não são uma espécie de monstros inerentes. Nós somos seus filhos e maridos. Nós crescemos em famílias regulares. A pornografia pode alcançar e agarrar qualquer criança de hoje. Ela agarrou-me para fora da minha casa 20 ou 30 anos atrás. Quão diligentes quanto foram meus pais, e eles foram diligentes em proteger os seus filhos, e com um bom lar cristão como nós tivemos, não existe qualquer proteção contra os tipos de influências que estão soltos em uma sociedade que os tolera...
JCD: Fora destas paredes, há várias centenas de jornalistas que queriam falar com você, e você pediu para que eu viesse, porque você tinha alguma coisa para dizer. Você sente que a pornografia hardcore, e a porta para ela, o softporn, está causando danos incalculáveis para as outras pessoas e fazendo com que outras mulheres sejam abusadas e mortas da forma que você fez.
Ted: Eu não sou um cientista social, e não pretendo acreditar que “um cidadão qualquer”² pensa sobre isto, mas eu vivi na prisão já faz um longo tempo até agora e conheci muitos homens que foram motivados a cometer violência. Sem exceção, cada um deles estavam profundamente consumidos pelo vício. O próprio FBI tem um estudo sobre homicídios em série do qual mostra que o interesse mais comum entre os seriais-killers é a pornografia. É verdade.
JCD: Como teria sido sua vida sem essa influência?
Ted: Eu sei que teria sido de longe melhor, não só para mim, mas para um monte de outras pessoas – vítimas e famílias. Não há dúvida de que ela teria sido uma vida melhor. Estou absolutamente certo de que não teria envolvido esse tipo de violência.
JCD: Se eu fosse capaz de perguntar o tipo de perguntas que são colocadas, uma seria, “Você está pensando sobre todas as vítimas e suas famílias, que estão tão feridas? Anos já passaram, suas vidas não são normais. Elas nunca serão normais. Você tem remorso?”
Ted: Eu sei que as pessoas vão me acusar de estar mentindo pra me defender (sendo egoísta), mas com a ajuda de Deus, eu tenho sido capaz de chegar ao ponto, depois de muito tempo, aonde eu posso sentir a mágoa e a dor pela qual fui responsável. Sim. Absolutamente! Durante estes últimos dias, eu e um número de investigadores temos falado sobre casos não resolvidos – assassinatos dos quais eu estava envolvido. É difícil falar sobre, todos esses anos depois, porque isto reaviva todos os sentimentos terríveis e pensamentos com os quais eu com firmeza e diligencia tenho lidado – acho que com sucesso. Então foi reaberto e eu senti a dor e o horror daquilo. Eu espero que aqueles que eu causei tanto luto, mesmo se eles não acreditarem na minha expressão de angústia, eles vão acreditar no que vou dizer agora: Existem aqueles soltos nas suas cidades e comunidades, como eu, cujos impulsos perigosos estão sendo alimentados, dia sim, dia não, pela violência nos meios de comunicação de formas variadas – particularmente a violência sexual. O que me assusta é quando vejo o que passa na TV a cabo. Parte da violência nos filmes que entram em casa hoje é coisa que não iriam mostrar em “cinemas só para maiores” há 30 anos atrás.
JCD: Você quer dizer os filmes de terror?
Ted: Essa é a forma, mas gráfica de violência na tela, especialmente quando as crianças estão desavisadas ou inconscientes que elas poderiam ser um Ted Bundy, que elas poderiam ter uma predisposição a esse tipo de comportamento.
JCD: Um dos últimos assassinatos que você cometeu foi da menina de 12 anos Kimberly Leach. Acho que o clamor do público é maior porque uma criança inocente foi tirada do parquinho infantil (playground). O que você sentiu depois disso? Eram normais as emoções depois disso?
Ted: Exatamente agora eu realmente não consigo falar sobre isso. É muito doloroso. Eu gostaria de ser capaz de transmitir a você como é essa experiência, mas não seria capaz de falar sobre isso. Eu mal consigo começar a compreender a dor que os pais dessas crianças e jovens mulheres que eu já me sinto detestável. E eu não posso restaurar muito a eles, se alguma coisa. Também não vou fingir, e eu nem mesmo espero que eles me perdoem. Eu não estou pedindo por isto. Este tipo de perdão é de Deus, se eles possuem, eles possuem, e se não, talvez vão encontrá-lo algum dia.
JCD: Você merece a punição que o Estado impôs sobre você?
Ted: Essa é uma pergunta muito boa. Eu não quero morrer, não vou mentir pra você. Eu mereço, certamente, a punição mais extrema que a sociedade tiver. E eu penso que a sociedade merecer ser protegida de mim e de outros como eu. Sem sombra de dúvidas. O que espero vir da nossa discussão é que eu acho que a sociedade merece ser protegida de si mesma. Como conversamos, há forças soltas neste país, especialmente este tipo de pornografia violenta, onde, por um lado, pessoas bem-intencionadas que condenam o comportamento de um Ted Bundy, enquanto eles estão caminhado passam por uma revista aterradora cheia das coisas que enviam crianças jovens no caminho para serem Ted Bundys. Essa é a ironia. Estou falando de ir além da retribuição que as pessoas querem de mim. Não há nenhuma maneira no mundo que me matando vai restaurar essas crianças lindas aos seus pais e corrigir e aliviar a dor. Mas existem muitas outras crianças brincando em ruas ao redor do país hoje que estarão mortas no dia seguinte, e no outro dia, porque outras pessoas jovens estão lendo e vendo os tipos de coisas que estão disponíveis nos meios de comunicação hoje.
JCD: Há um cinismo tremendo sobre você do lado de fora, eu suponho, que por uma boa razão. Eu não tenho certeza se há alguma coisa que você poderia dizer que as pessoas iriam acreditar, ainda que você me tenha dito (e eu já ouvi isso através de nosso amigo em comum, John Tanner) que você aceitou o perdão de Jesus Cristo e é um discípulo, que crê n’Ele. Você tira forças disso enquanto as horas finais se aproximam?
Ted: Eu faço. Eu não posso dizer que estar no Vale da Sombra da Morte é algo com que eu tenha me acostumado, e que sou forte e nada me incomoda. Não tem graça. Gera uma espécie de solidão, ainda tenho que me lembrar que cada um de nós vai passar por isso algum dia, de uma forma ou de outra.
JCD: Está ordenado para o homem (possivelmente citando Hb 9.27).
Ted: Incontáveis milhões que já caminharam sobre a Terra antes de nós passaram por isso, assim que esta é apenas uma experiência que todos nós compartilhamos.


----Ted Bundy foi executado às 7:15AM um dia depois dessa entrevista ter sido gravada.----

No final, o pecado leva à morte. Jesus morreu pelos seus pecados. Você está numa guerra. Seja um homem. Mate seus pecados.


Notas de Tradução:
¹ Expressão Leave it to Beaver, lit.: ‘Deixe isso para o Castor’, muito traduzida como ‘Foi sem querer’, “Beaver” também pode significar “Trapalhão”, primeiramente traduzi como “levar toda a culpa”, mas acho que “dar uma de coitadinho” ficou mais adequada com o contexto.
² John Q.Public é um nome genérico nos Estados Unidos para designar um membro hipotético da sociedade considerado um “homem comum”, no presente texto foi usado o termo John Q. Citizen que se aplica igualmente a uma pessoa pública, especificando este “homem comum” como um cidadão.


Tradução livre do e-book (e livreto) gratuito “Porn-again Christian – a frank discussion on pornography & masturbation” de Mark Driscoll.

Tradução: Vítor Ferolla
Revisão da tradução: Ada Paiva

Fonte em português: www.amandoaoproximo.blogspot

Fonte  : Matéria em português | 

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sábado, janeiro 15, 2011

O álbum não-cristão do Stryper

Nós levaremos até o nosso túmulo que acreditamos em Cristo e nunca negaremos isso.
Quem sabe, ou talvez, seja o momento para pensarmos o que está acontecendo com a cena do metal/rock cristão?


"The Covering", o tão esperado álbum de covers dos pioneiros do Hard Rock cristão STRYPER, será lançado no inicio de 2011 via Big3 Records.
"The Covering", produzido pelo vocalista Michael Sweet, será diferente de qualquer outro trabalho do STRYPER, este álbum conterá uma coleção de covers de bandas que inspiraram e ajudaram a moldar o som e a identidade da banda. Incluindo clássicos de JUDAS PRIEST, Iron Maiden, LED ZEPPELIN, KANSAS e muitos outros. Um cover do clássico "Heaven and Hell" do BLACK SABBATH será o primeiro single, com o lançamento antecipado no iTunes. Em "The Covering" também contará a música "God", escrita por Michael Sweet, nunca antes lançada.
Michael Sweet, vocalista do Stryper comenta sobre o novo álbum: "O conceito de 'The Covering' é muito forte e fiel ao poder de Deus sobre nossas vidas. A transformação e mudança de vida através de Deus é algo que queriamos transferir para a capa do álbum. Chris do Pale Horse Design foi convidado para ser o designer desse novo álbum, desenhando um personagem que representa o mal, ou o 'lado negro', que se você permitir, está dentro de todos nós. O encarte (que será em formato de quadrinhos), conta a história do bem destruindo o mal e assim, mostra a transformação deste personagem.
Eu já vi a capa e posso dizer a todos vocês que é moderna, forte e reflexiva e provocativa. Está impressionante!
Mesmo que este seja um álbum que causou controvérsia e uma série de perguntas sobre os motivos e razões que nos levaram a fazer covers dessas músicas, afirmamos que nossa fé e crenças nunca estiveram tão fortes e nossa mensagem é a mesma que sempre foi. Nós levaremos até o nosso túmulo que acreditamos em Cristo e nunca negaremos isso. Ao mesmo tempo, queremos mostrar um lado diferente da banda. Nossa história é o que é e não existem motivos para escondermos isso, essas músicas e as bandas que as tocam foram muito importantes para o nosso som e musicalidade e provavelmente, se não fossem por eles, não estariamos aqui. E mesmo assim, podemos tocar covers e continuar apresentando a nossa fé e mensagem, assim como sempre fizemos. Esse álbum mostrará todo um novo lado da banda, tanto musicalmente quanto espiritualmente.
Estou muito orgulhoso (aliás, todos estamos) por fazer parte deste álbum e ser um integrante do STRYPER. Continuamos fiéis as nossas convicções e temos grandes planos para o futuro!"
Lista de música de "The Covering":

01. SWEET - "Set Me Free"
02. SCORPIONS - "Blackout"
03. BLACK SABBATH - "Heaven and Hell"
04. UFO - "Lights Out"
05. KANSAS - "Carry On Wayward Son"
06. DEEP PURPLE - "Highway Star"
07. KISS - "Shout It Out Loud"
08. OZZY OSBOURNE - "Over The Mountain"
09. Iron Maiden - "The Trooper"
10. JUDAS PRIEST - "Breaking The Law"
11. VAN HALEN - "On Fire"
12. LED ZEPPELIN - "Immigrant Song"
13. God


Fonte desta matéria (em inglês): Blabbermouth : português Whiplash

quinta-feira, janeiro 13, 2011

Teólogo polonês explica atitude de banda, rasgar a Biblia no palco.

Em umas boas matérias do site Whiplash de 2010 ao meu ver, sem dúvida, foi a cobertura que se deu ao caso Behemoth. O teólogo polonês Krzysztof Kowalik literalmente deixou as coisas claras em relação ao episódio, que foi noticiado de forma complexa, uma vez que para uma banda de black metal satânica, soe natural esse tipo de atitude. As reações contra e a favor, além do fato, que o músico Nowak teve que encarar o tribunal,  foi um estresse desnecessário segundo Krzysztof Kowalik onde comenta que; "As pessoas são maltratadas, perseguidas, mortas, etc em todo o mundo. Creio que a Igreja e o Estado devem colaborar e utilizar a sua energia para ajudar essas pessoas em vez de procurarem a proteção dos seus símbolos. Não se deve esquecer que, em nome de Deus, da cruz e da Bíblia Sagrada, muitas pessoas foram perseguidas no passado. Talvez seja a hora de centralizar suas ações em torno de valores mais fundamentais." 
Durante o primeiro julgamento se afirmou que "a Bíblia é um objeto de culto religioso e deve ser tratada com respeito". Você poderia desenvolver este parecer um pouco? Por que este objeto deve ser respeitado por uma pessoa não-católica?
Krzysztof Kowalik: Eu gostaria de começar a responder isso com um lembrete do princípio bíblico: "Façam aos outros o que você queria que outros fizessem a você". Este princípio é muito preciso e universal. Não podemos ferir ou tirar sarro das pessoas, sejam eles crentes ou não, só porque não concordam com seu modo de vida e visão do mundo. Eu sou melhor do que aqueles de quem eu não gosto? Mesmo que eu não tenha recebido de Deus, isso não me dá mais uma razão para danificar ou destruir um objeto de culto religioso em público. Esta situação faz-me lembrar aquelas caricaturas de Maomé que foram desenhadas, e que eu era muito contra, apesar do fato de que eu não sou muçulmano. No entanto, mesmo que eu fosse contrário a isso e que eu não tolerasse as ações de Nergal em qualquer maneira, eu não acho que esse tipo de comportamento merece uma sentença judicial. Enquanto estamos no assunto, eu também gostaria de destacar as diferenças entre os protestantes e os católicos. Os protestantes acreditam que a Bíblia contém as palavras de Deus, mas o livro em si não representa essas palavras. Segundo eles, a vida de Deus surge através das palavras, apenas quando são faladas, lidas ou pregada. Portanto, creio que para os protestantes, as ações de Nergal são sem conseqüência desde que quando ele esteja atacando este objeto, ele não estava atacando Deus. Por outro lado, cristãos católicos adoram objetos de culto como se fossem sagrados (seja a Igreja, a Bíblia, a Cruz). Então qualquer ataque contra um desses objetos é considerado como um ataque contra Deus. Sobre este ponto específico, encontro-me mais de acordo com a forma protestante de pensar, pois acredito que é inconcebível que Deus viva dentro de qualquer objeto material.

Entrevista completa : Whiplash
Fonte desta matéria (em inglês): Radio Metal

quarta-feira, janeiro 12, 2011

O segundo livro de Brian "Head” Welch




Pois que lucro terá uma pessoa se ganhar o mundo inteiro, mas perder a sua vida? Ou que dará o homem em troca da sua vida? [Matheus 16-26)


Se alguem me perguntasse se sou fã do Korn, eu responderia que não. Mas eu não tenho problema com nenhum estilo de música. Além de gostar muito da música, “Save me from myself”, eu espero ler  esse, também título do seu primeiro livro.
Brian "Head” Welch teve a gentileza de compartilhar um trecho com a gente de seu novo livro Stronger. O devocional está agora disponível em qualquer lugar, aonde os livros são vendidos.
No ano de 2000 quando eu ainda estava com o Korn, eu recebi uma notícia que abalou completamente o meu mundo. Meu empresário ligou e me disse que Korn estava saindo em turnê com o Metallica, Kid Rock e System of a Down.
Esse era o sonho de verdadeira tour. Para mim. Todo na comunidade do metal respeita o Metallica como os pioneiros pela a invenção do dark, e melodic metal. Eles influenciaram muitas bandas ao longo dos anos.
Nunca cheguei ao Kid Rock, mas eu achava que ele tinha algumas músicas legais, mas eu não tinha ouvido nada, além de grandes coisas sobre ele. Sua fama foi que ele amou a festa (tanto quanto os top 10 rock stars) e não tinha "Eu sou melhor que você" postura de todos.
System of a Down era muito novo para a cena na época, mas eles tinham um grande burburinho e todo mundo estava no seu estilo. Durante a tour, todos se deram muito bem. Havia um monte de festas nessa tour, e como de costume, eu tinha um drama acontecendo em casa.
Metallica teve seu próprio jatinho particular, então eles eram capazes de voar para todos os concertos. Eles tocavam até por volta da meia-noite, tomavam banho e decolavam do aeroporto a cada noite. Uma noite, eu estava saindo com Kid Rock ele contava que estava indo no The Tonight Show com Jay Leno.
Eu vim com a brilhante idéia de fazer uma pequena aposta em algo. Eu disse a ele que se fizesse uma grande referência à cocaína na câmera para mim, quando estivesse tocando sua música, então eu lhe daria mil dólares na próxima vez que o visse. Foi uma aposta. Se ele não a fizesse, ele ia ter que me pagar os dólares, e eu realmente pensei que ele não ia fazer isso. Com todas as luzes e câmeras no estúdio The Tonight Show, eu pensei que com certeza ele iria ficar com medo ou pelo menos esquecer.
Ele não... Eu perdi a grana.
Enfim, quando estávamos conversando sobre a aposta daquela noite, Lars Ulrich, baterista do Metallica, veio ao vestiário e entrou na conversa com a gente. Ele disse que o Metallica se preparava para decolar em seu jato particular e ele me convidou e Kid Rock para vir com eles.
Passeio no jato particular do Metallica?

Mmmm... Deixe-me pensar sobre...
Antes que eu pudesse refletir, eu tinha minhas malas na mão e uma coisinha que eu pego após o show do KoRn, uma bola oito de cocaína. Senti-me como um fã que ganhou um concurso, foi uma loucura. Sentado no avião particular com Kid Rock e Metallica estava surreal! Eu estava tendo um bom tempo rindo e esquecendo-se totalmente sobre o drama em casa. Mas o riso não durou muito tempo. Durante o vôo, eu entrei no banheiro e ajudei-me com minha cocaína algumas vezes - que limpou o sorriso do meu rosto como sempre fez, a cocaína era sempre um assassino em tempo útil.
Três outros rapazes (eu não estou mencionando nomes) se juntaram a mim depois de um tempo a cocaína lentamente tomou o prazer da suas noites, também. Bem, um deles estava tendo um tempo muito bom, mas todo mundo perdeu seus sorrisos. A cocaína poderia fazer isso sempre. Eu nunca entendi por que faziamos tanto isso. Eu imaginava que apenas os rock stars faziam. O jato particular acabou em Dallas, Texas, e nos encontramos com os caras do Pantera no sua night club. Continuamos cheirando, sem parar com cocaína a noite toda secretamente na sala dos fundos do clube. Nós não queremos mais ninguém por perto porque estávamos todos paranóicos. Começamos a conversar em tempo real, vozes mono-enfraquecida e nossa cara parecia toda branca e com medo, como um cervo nos faróis.
Por volta das 04h00, algo muito estranho aconteceu. Ficamos todos trancados na sala embrulhados nessa, ridiculamente séria conversa de cocaína, sem sentido sobre a música. De repente, completamente fora do azul, um dos caras tentou atirar em seus 2 centavos, mas a cocaína tirou a sua capacidade de falar longe! Ele ficou quase mudo! Eu mal conseguia manter-me junto! Lá estava eu, com esse cara famoso de uma grande banda nesse tipo de vida, e seu discurso quase completamente parado. Ele não podia falar a não ser gemer devagar uma palavra por vez. Não é piada, eu fiquei tão assustado, porque eu lhe dei a coca! Manchete de notícias passava em minha mente, "Head deu cocaína para seu colega rock star e fez com que ele perdesse sua capacidade de falar!”.
Naquela noite tinha começado como um sonho se tornando realidade surrealistal, mas se transformou em um calabouço escuro, sombrio. Enquanto eu reparava ao redor da sala, nos tops players do heavy metal, eu comecei a pensar sobre onde eu estava na vida. Eu estava pensando comigo mesmo, "olhe para todos nós. Estamos todos em por cima do negócio da música, passeando em torno dos mellhores tour bus, e voando em jatos particulares. Mas aqui estamos reunidos no quarto dos fundos de uma night club escondendo-se de todos. Nossos rostos estão brilhando de suor da cocaína, nós estamos falando sobre o absurdo e um de nós perdermos a capacidade de falar uma frase completa!”.
Eu tinha ganhado o mundo inteiro, mas eu estava perdendo minha alma. Fui fugindo de mim incrivelmente rápido. Felizmente que o rock star era capaz de falar normalmente de novo no dia seguinte, mas eu não conseguia parar de pensar sobre o que tinha acontecido.
O que era para me beneficiar "ganhar o mundo inteiro?” 

Eu ganhei fama, mas eu perdi a pessoa que eu era.

Eu ganhei dinheiro, mas eu perdi a minha satisfação e contentamento na vida.

Eu ganhei fãs, mas eu estava sempre longe das pessoas que eu mais amava.

Colossenses 1. 13 -14
13porque foi Deus quem nos tirou do império das trevas e nos transferiu para o reino do seu Filho amado; 14 o qual comprou para nós a libertação do pecado, pelo preço do seu próprio sangue.

Se fosse a cerveja, cocaína, ou pílulas, eu ficava repetindo o mesmo anos após anos erros estúpidos como diz em Colossenses. Todo medicamento que eu mencionei acima me trouxe miséria completa após o efeito desaparecer. Depois de milhares de cervejas que bebi, misturados com  linhas e pílulas que tomei, eu poderia facilmente ter morrido.
Ter perdido a minha alma para sempre... Mas a pessoa que me amou mais, me salvou antes que fosse tarde demais.

Agora eu sou seu para sempre. Quem você pertence?



Fonte:.  materia completa em inglês Hopecore.



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